MoneyTalks
moneytalks
Recorta vídeos longos do YouTube em clipes verticais e os publica nas contas de quem opera o sistema.
O que é
O moneytalks transforma um vídeo longo do YouTube em clipes verticais curtos e, depois da aprovação do operador, publica os clipes aprovados nas contas do próprio operador: hoje o canal do YouTube, o perfil profissional do Instagram e a conta do TikTok. No TikTok, a aprovação não basta: o clipe só é enviado depois de o operador escolher, à mão, quem pode ver a publicação.
No TikTok, cada publicação leva também as escolhas que o operador fez para aquele clipe — quem pode vê-la, quais interações ficam liberadas e se o conteúdo é comercial —, feitas na mesma tela em que ele assiste ao vídeo antes de aprovar. Nenhuma delas tem valor escolhido pelo sistema, e o clipe sem a escolha de privacidade não é enviado ao TikTok.
Enquanto este aplicativo não for auditado pelo TikTok, o TikTok publica tudo como “Só eu” — a opção que o operador escolhe é enviada, mas não é ela que vale do outro lado —, e a conta precisa estar no modo privado. A escolha existe, é exigida e é do operador; o que ela ainda não faz é decidir quem vê o vídeo no TikTok.
Como funciona
- o operador submete a URL de um vídeo do YouTube;
- o sistema baixa o vídeo e transcreve o áudio;
- analisa a transcrição e escolhe os trechos que valem virar clipe;
- monta cada trecho em formato vertical 9:16, com a legenda queimada no vídeo;
- o operador revisa e aprova os clipes um a um, e, no TikTok, escolhe na mesma tela quem pode ver a publicação;
- só então o clipe aprovado é publicado nas contas do operador — no TikTok, só se a escolha de privacidade tiver sido feita.
Quem usa
É um sistema de operador único, não um serviço aberto a cadastro. Não há tela de cadastro, plano nem conta de usuário para o público: quem entra é a única pessoa que mantém e opera esta instalação, e as contas em que os clipes saem são as dela.
O que ele faz com a conta do Google
O sistema pede dois escopos, e cada um serve a uma coisa só:
youtube.upload— envia ao canal do próprio operador o clipe que ele aprovou;youtube.readonly— lê de volta o status do vídeo que o próprio sistema enviou, para saber se o canal o tornou público, se o rejeitou ou se o deixou privado.
Nada mais da conta Google é lido: nem outros vídeos do canal, nem dados pessoais, nem estatística, nem histórico — e nada é compartilhado com terceiros. O tratamento está descrito na Política de Privacidade.
O que o sistema pede a cada uma das outras redes está escrito, permissão a permissão, na Política de Privacidade.
Entrar e ler mais
O operador entra pela tela de acesso. As regras de uso estão nos Termos de Serviço, e o que se guarda — e por quanto tempo — na Política de Privacidade.